Todos, por uma homenagem à raça humana:

Acredito em uma só humanidade. Venho adulto dos anos sessenta. Não faço guerras e sim paz, mesmo quando, para alcançar esta última, luto com todas as forças do meu intelecto e do meu físico.

Localizei a expansão do nosso escritório, que nasceu em Natal/ Brasil, cidade fundada no dia do nascer de Jesus Cristo, em Lisboa/ Portugal, terra do nascimento da primeira globalização da humanidade, inquestionavelmente pensada e realizada pelo intrépido e corajoso povo português, do qual tenho orgulho de descender e de ter um pouco do seu sangue.

Fi-lo no Parque das Nações, expressivo nome probante de que aqui se pensa no congraçamento dos povos, numa só humanidade.

O Escritório ficou na Zona Sul, pois no Hemisfério Sul da Mãe-terra, os brasileiros também estão, no chão antes chamado de Santa Cruz. E está localizado no Edifício Sereia, metade mulher metade peixe, figura mitológica e imaginária que sempre acendeu os sonhos e desejos do homem, numa reverência absoluta e dependente submissão à mulher. Mulher representada também na Rua das Musas, rua que cruza o Passeio do Adamastor, monstro marinho camoniano, temido mas jamais encontrado pelos portugueses, na busca do caminho marítimo para a Índia. O Passeio do Adamastor chega ao Rio Tejo, de onde partiram as naus portuguesas em procura do mundo.

Agora, invertendo o caminho da universalização portuguesa, na procura probante que somos uma só humanidade, dedico a eles a nossa chegada à Europa, neste momento em que esta prova, por suas diferentes nações, firmando a idéia da União Européia, que somos todos apenas simples componentes de uma só raça, a raça humana. Não importando o credo. Nem a cor.

Esequias Pegado Cortez
Lisboa, 18 de maio de 2007, dia da abertura do Escritório nesta primeira capital da globalização.

Voltar